Esse tipo de câncer é o mais incidente em mulheres de todo o mundo, com cerca de 2,3 milhões de casos novos estimados só em 2020. Infelizmente, a medicina ainda não evoluiu a ponto de termos uma solução única para a prevenção do câncer de mama, pois alguns fatores de risco não são possíveis de serem controlados, como a questão genética. Mas podemos adotar muitas medidas preventivas – alguns hábitos podem diminuir pela metade as chances de desenvolver a doença. Cada tipo de câncer de mama tem um tratamento certo – e a escolha da intervenção médica mais eficaz para cada tipo de tumor é feita após exames e uma análise aprofundada sobre o estado clínico do paciente. A conscientização do câncer de mama e o investimento em novas pesquisas sobre o tema ajudaram a criar diversos avanços no diagnóstico e tratamento da doença.
A doença também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos registrados. Em mulheres com carcinoma lobular in situ em uma das mamas, é igualmente provável que o câncer invasivo se desenvolva nas duas mamas. Portanto, a única maneira de eliminar o risco de câncer de mama para essas mulheres é a mastectomia bilateral.
Deve-se realizar radiografia de tórax, hemograma completo, testes hepáticos e dosagem dos níveis de cálcio sérico para verificar a presença de doença metastática. Depois que o câncer é diagnosticado, geralmente faz-se uma avaliação multidisciplinar para planejar testes e tratamentos adicionais. A equipe multidisciplinar central normalmente é formada por um cirurgião oncológico mastologista, um oncologista clínico e um radiologista oncológico. Cerca de 80% são do tipo ductal infiltrativo; a maior parte dos tumores restantes é do tipo lobular infiltrativo.
Saber quais são as opções que oferecem mais chances e o que pode acontecer em cada uma ajuda você a enfrentar o tratamento e a envolver pessoas próximas que possam dar o apoio necessário. Estágio III – nesse estágio, o tumor é maior que 5cm e pode ou não ter se espalhado para os gânglios linfáticos. Estágio II – o tamanho do tumor aumenta (até 5cm) e ele pode ou não ter se espalhado para os gânglios linfáticos, que são estruturas que combatem infecções.
Mas o risco de mortalidade pode ser muito menor quando ocorre o diagnóstico precoce do câncer de mama. No entanto, há casos de mulheres que desenvolvem a doença sem apresentar fatores de risco identificáveis. Se o diagnóstico de câncer de mama for confirmado, o médico pode realizar ainda outros exames. O teste de receptores hormonais, por exemplo, identifica se o câncer é ou não sensível à terapia hormonal (uma das opções de tratamento).
Para melhorar a radioterapia, pesquisadores estão estudando vários novos procedimentos. Muitos desses procedimentos visam direcionar mais precisamente a radiação para o câncer e evitar no restante da mama os efeitos da radiação. Para BLS, corante azul e/ou coloide radioativo é injetado ao redor da mama, e uma sonda gama é utilizada (e quando o corante é empregado, inspeção direta) para localizar os linfonodos em que o marcador é drenado. Como esses nódulos são os primeiros a receber os marcadores, eles são considerados os mais propensos a receber quaisquer células metastáticas e são assim chamados linfonodos sentinelas. Deve-se obter uma radiografia do espécime retirado cirurgicamente e compará-la à mamografia pré-biópsia para determinar se toda a lesão foi removida. Se a lesão original continha microcalcificações, repete-se a mamografia quando a mama não mais está sensível, geralmente de 6 a 12 semanas após a biópsia, para verificar microcalcificações residuais.
O câncer de mama é um dos tipos mais curáveis da oncologia, porém sua chance de cura depende muito do seu estágio. Terapia alvo - é feita com o uso de medicamentos que atacam partes das células cancerígenas, como proteínas específicas, que permitem o crescimento delas de forma anormal. Ultrassom das mamas - por meio da utilização de ondas de alta frequência, o exame analisa se um nódulo é sólido ou se está preenchido com líquido. Conhecer seus principais tipos ajuda a compreender melhor o que está acontecendo. Ter uma alimentação saudável e equilibrada (com frutas, legumes e verduras), praticar atividades físicas (qualquer atividade que movimente seu corpo) e não fumar.
Qualquer alteração que você venha a observar deve ser comunicada imediatamente ao seu médico, mesmo que elas tenham aparecido pouco tempo depois da última mamografia que você realizou ou do exame clínico das mamas feito por um médico. Alguns estudos indicam que há uma relação entre o câncer de mama e o consumo de grandes quantidades de gordura. De acordo com pesquisadores do assunto, o alto consumo de gordura, principalmente a saturada, está ligado ao aumento do risco de câncer de mama. A análise da intervenção mais eficaz dependerá da especificidade do tipo e estágio do tumor.
Confira agora