Para ficar mais fácil de entender, veja abaixo o que evitar e o que esta liberado na alimentação para o controle do colesterol. “Se o padrão alimentar for equilibrado, a pessoa pode ter uma vida saudável e manter o colesterol em concentrações adequadas”, completa. Em casos mais avançados pode ocorrer dor ou desconforto no peito, quando o coração não está recebendo sangue e, consequentemente, oxigênio suficiente, e falta de ar e fadiga quando é realizado esforço físico . Em outros casos pode ocorrer dores nas pernas ao caminhar, que melhoram com o repouso, e insuficiência arterial periférica nos membros inferiores. Queda de pelos nas pernas, pele fria e palidez nos dedos podem indicar comprometimento das artérias que irrigam esses locais.
Faça seus exames no conforto da sua casa sem precisar se deslocar até nossas unidades, e ainda com cobertura de planos de saúde. O colesterol VLDL é uma lipoproteína que libera os triglicerídeos para serem estocados no tecido adiposo. Para produzir energia o tecido adiposo dá origem a lipoproteína LDL. Na nossa corrente sanguínea são encontradas lipoproteínas que estão ligadas ao colesterol. Na maioria dos casos, o paciente toma medicamentos como as estatinas, inibidores da enzima HMG-CoA redutase (enzimas do fígado responsáveis pela produção de colesterol). O valor de LDL deve ser sempre o menor possível e é por esse motivo que, para a população em geral, o LDL deve ser mantido abaixo de 130 mg/dl.
Como a VLDL carrega o colesterol pelo corpo, seu excesso facilita a deposição de gordura nas artérias. Esse processo, chamado de aterosclerose, é o que causa o entupimento das artérias, que por sua vez acarreta infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC) – também conhecidos como derrames. Vamos começar pelo “bonzinho”, o colesterol HDL, que é transportado pelas lipoproteínas de alta densidade. A diferença entre o HDL e o LDL é o que faz dele o “herói” dessa história.
É o colesterol “bom”, já que ajuda o organismo a manter os níveis do colesterol “ruim” controlados, evitando riscos para a saúde. Esse é nome dado à condição das pessoas que estão com os níveis de colesterol ruim elevados, e o valor de HDL baixo. Essa circunstância também se aplica aos valores altos de triglicerídeos, sobre os quais falaremos adiante. Outros sintomas, como cansaço, dor de cabeça, falta de ar, dor no peito e palpitações, podem indicar doenças cardiovasculares, que são fortemente relacionadas aos altos níveis de colesterol.
“É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos proveniente de doenças que podem ser diagnosticadas e controladas. Somente a prevenção, com adoção de práticas saudáveis, o diagnóstico e o tratamento podem reverter essa situação”, afirma Dr. José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Socesp. Com diagnóstico precoce, tratamento dos fatores de risco e das complicações, tem sido possível reduzir a carga da mortalidade por problemas cardiovasculares. Se esses sintomas têm sido constantes, é importante que você busque um profissional especializado em cardiologia para fazer a avaliação do seu quadro. Ele pedirá o exame de colesterol alto, além de outros complementares, para analisar a sua saúde cardiovascular.
Os problemas que esse indicador alto pode trazer podem comprometer a sua saúde a médio e longo prazo e aumentar consideravelmente, até mesmo, o risco de morte. Então confira os principais sintomas que permitem a você ter mais atenção sobre a situação e tire suas dúvidas sobre o tema a seguir. Tanto o colesterol quanto os triglicerídeos altos podem causar problemas de saúde.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipercolesterolemia familiar (HF) acomete 10 milhões de pessoas no mundo e 300 mil no Brasil. O Tua Saúde, marca do Grupo Rede D'Or, é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar. As informações publicadas não devem ser utilizadas como substituto ao diagnóstico ou tratamento especializado, e não dispensam a consulta com um médico. Outra forma mais simples de calcular o risco cardiovascular é fazer a relação cintura-quadril.
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